sábado, 13 de abril de 2019

Sapo encantado, princesa cururu


Muitas vezes nossa dúvida não é QUANDO vamos encontrar aquela pessoa, mas SE vamos encontrá-la. Essa incerteza nos deixa angustiados, por vezes até tristes e desanimados, mas a vida foi feita pra ser vivida, sem planos nem previsões. Vamos parar de nos preocupar com o que ainda está por vir e vamos intensificar o presente. Deixemos fluir, porque Deus sabe o que faz e Ele tem o tempo certo para tudo. O tempo de Deus (Kairós) não é o mesmo que o nosso (Chronos). Deus não demora, Ele capricha e SE tiver de ser, vai ser, mas no tempo dEle.

Às vezes as mulheres ficam esperando pelo príncipe encantado, dizem que ele deve estar chegando de jegue, mas talvez quem precise ser salvo seja o príncipe. Sabe-se lá se o nobre rapaz não foi transformado em sapo por um feitiço dessa bruxa má que pode ser a vida? Basta um beijo, um abraço ou um gesto de carinho para que o feitiço se desfaça.

Todo diamante já foi carvão um dia. Foi preciso tempo e paciência para lapidá-lo e transformá-lo em uma pedra de valor.

Apaixone-se sempre que possível, mesmo que não se faça preciso. Apaixone-se. Permita-se sentir, viver e até mesmo sofrer. As incertezas do amor tornam momentos simples em momentos incríveis, de total entrega, conquista e redenção.

Brinque de seduzir e se descubra seduzido, esse é o nirvana dos relacionamentos. Por ter o poder sobre o outro e a situação sobre controle, se deixou dominar pelo desconhecido e por muitos indesejado. Mas o amor não é um vilão, o amor é cúmplice, fiel e verdadeiro. O amor é sincero e por isso às vezes machuca, faz sofrer, não porque seja ruim, mas para que amadureçamos, cresçamos e fiquemos mais fortes.

O amor tem a capacidade de nos tornar fortes ao mesmo tempo que preserva nossa sensibilidade, sem usurpar de nossa necessidade de aprender com a dor.

Apaixone-se, mas não iluda, não brinque com os sentimentos de ninguém, nem com os seus.

A ilusão na maioria das vezes faz mal. Ela pode ocorrer por parte do conquistador ou do conquistado.

Quando digo isso, não necessariamente afirmo que é uma relação interpessoal, ou seja, do conquistador para o conquistado e vice-versa, há casos em que o conquistado se ilude ou o próprio conquistador cai em sua armadilha.

Por isso não devemos brincar com sentimentos, sejam eles nossos ou de outras pessoas.

Não sei se me apaixonei pela minha amiga, ou se fiz amizade com a minha paixão, mas me apaixonei perdidamente pela Nay à medida que fui a conhecendo. Sem ilusões, com respeito, confiança, amor e companheirismo.

Apaixone-se sem medo de parecer cafona ou bobo, quem nunca se apaixonou não sabe o que está perdendo. Não é cafona se apaixonar. Não é feio amar. Não é antiquado se entregar. Apaixone-se, mesmo que machuque vale a pena, pode confiar. Apaixone-se!

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Cadu pergunta: Piaza Merighi, autor do livro "O Conto de Y: Raízes, Espadas e Ossos"


Piaza Merighi:

Cadu: O que te motivou a ser escritor?

Piaza: Não sei exatamente como responder isso. Sempre fui um leitor voraz, e em determinado momento decidi começar uma história própria, meio “para ver o que acontece”, e acabei gostando de colocar minhas ideias no papel. Quando vi, o que a princípio seria só um conto que ficaria guardado no meu computador acabou virando um livro.

Cadu: Quais são suas influencias literárias?

Piaza: Eita... gosto de boas histórias, independente do gênero, então apontar “influências” propriamente ditas seria complicado. Prefiro indicar autores que gosto, e me atendo só à literatura fantástica, no cenário nacional Eric Novello, Eduardo Sphor e Raphael Draccon (além de muito mais gente), e no internacional vai desde Andrzej Sapkowski (The Witcher) até Tracy Hickman e Margaret Weis (Crônicas de Dragonlance) e muitos outros.

Cadu: Quando você descobriu que detinha o dom da escrita?

Piaza: Dom? KKKKK. Como disse, foi uma tentativa de escrever, nunca houve um insight divino nem um estalo, nem nada. Só a curiosidade e a vontade de tentar mesmo.

Cadu: Em algum momento você pensou em desistir de ser escritor?

Piaza: Não sei se posso desistir de algo que nem sei se existe... tenho um livro publicado, que felizmente teve uma recepção muito boa, mas daí a considerar que já tenho uma carreira de escritor... mas enfim, acho que enquanto escrevia desisti do livro pelo menos umas três vezes por semana, só para retoma-lo logo em seguida, acho que isso faz parte.

Cadu: Há previsão de publicação de um novo livro?

Piaza: Na verdade há sim! O segundo livro será publicado esse ano, na verdade, até o fim desse primeiro semestre (caso não haja nenhum imprevisto por parte da editora). O próximo não será uma continuação propriamente dita, mas um novo ‘conto’ situado no mesmo mundo, com ligações diretas aos eventos já acontecidos. 

O Conto de Y: Raízes, Espadas e Ossos:

Cadu: Como surgiu a ideia do livro?

Piaza: Como mencionei, não houve uma ideia pronta para o livro. Toda a obra foi um exercício, uma tentativa de escrever algo. Para isso tentei aliar o RPG, que foi algo bem presente na minha vida por um período de tempo, tendo sido o ponto de partida de amizades que carrego até hoje e minha “queda” por literatura fantástica.

Cadu: O livro é voltado ao público jovem, em sua maioria adolescentes. Qual o maior desafio em escrever para esse público?

Piaza: Honestamente, não pensei em um tipo específico de público ao escrever. Minha preocupação era contar uma boa história, só isso. Todo mundo gosta de uma história bem contada, e meu objetivo nunca foi escrever algo “engessado”, pensado para uma faixa exclusiva de leitores, nem deixei de colocar nada que eu achasse necessário ao enredo pensando se seria lido pelo publico A ou B.  Minha preocupação era fazer algo bom, não algo bom para um único grupo.

Cadu: Os personagens foram baseados em alguém?

Piaza: Não, não foram baseados em ninguém em especial. Há uma situação ou outra ocorrida nas mesas de RPG que eu trouxe para o livro, mas não houve inspirações diretas para os personagens.

Cadu: Você esperava que o livro tivesse toda essa aceitação e fosse o sucesso que é hoje?

Piaza: Esperar? Óbvio que não! Eu tinha consciência de ter feito um bom trabalho, mas em momento algum sequer ousei imaginar como seria a recepção do livro.

Cadu: O que você diria aos leitores de O Conto de Y?

Piaza: Hã... é... então... Não vejo escrita como um dom , algo que  brota magicamente, mas sim uma aliança de curiosidade, criatividade e vontade.  Todo mundo tem uma história, algo que queira contar, então, por que não tentar? Há a visão de que literatura é algo “chato”, mas não precisa ser assim, há boas histórias de todos os tipos por aí. (risos de nervoso ao responder essa pergunta).

Piaza, muito obrigado pelo pronto atendimento e pela habitual cordialidade e colaboração. Aguardo ansioso pelo próximo livro que já sei, será sucesso, tanto quanto, ou mais que o primeiro.

sábado, 6 de abril de 2019

Ciúmes: Possessividade, Insegurança ou Excesso de Amor?


Prezados amigos e leitores,

Boa Tarde!


Vou alterar a programação do blog a fim de que vocês tenham mais conteúdo para leitura, e porque a ansiedade de um novo texto me toma sempre que atualizo NOSSO espaço. Segue abaixo a nova programação:



  • Segundas, quintas e sábados - Textos do Cadu
  • Terças, quartas, sextas e domingos - Fala, família!
  • Todos os dias - Piadas do Tival

As pessoas justificam as crises de ciúmes de diversas maneiras, mas há uma definição exata para esse sentimento? Acredito eu que não, pois cada caso, é um caso.

Eu sou ciumento ao extremo, confesso, não sei se por insegurança, creio que não, meu problema também não é possessividade, não trato ninguém como objeto, talvez seja medo de perder... É, é medo de perder. Raciocine comigo, você conhece uma pessoa, se apaixona, cultiva aquele amor que só tende a crescer e com isso o medo de perder aquela pessoa vem junto. Não porque não confiamos, não por possessividade, nem por insegurança, mas medo mesmo. Deixo claro aqui que não me orgulho disso, isso não me faz bem e nem aos meus relacionamentos, sejam eles amorosos ou não. Vou aproveitar para agradecer à todos com quem me relaciono, minha namorada, meus parentes e amigos, pela paciência que sempre tiveram comigo nesse quesito. Muito obrigado de coração!


Nós não temos ciúmes só das pessoas pelas quais nos apaixonamos, temos ciúmes de parentes e até amigos, isso é normal, não tenham medo. Somos seres humanos e estamos sujeitos ao erro, no entanto, temos que nos controlar para que esse sentimento não nos tome por completo ao ponto de perdermos a cabeça. Ter ciúme não é errado, mas em excesso nos leva a fazer coisas das quais não nos orgulhamos, pelo contrário, muitas vezes nos envergonhamos e nos arrependemos. Não há nada no mundo pior que barraco, discussões, brigas e até violência (seja ela verbal ou até pior, física). Quando perdemos o controle sobre esse sentimento, acabamos fazendo e falando coisas das quais nos arrependemos depois, aí meus amigos, “a vaca foi pro brejo”. Não há como desfazer a palavra proferida, muito menos aliviar a dor de uma agressão, mesmo quando somos desculpados, então, tenhamos o controle dos nossos sentimentos e não deixemos que ciúmes doentios estraguem as nossas relações.


Como disse, sou MUITO ciumento, mas tento me controlar ao máximo e na maioria das vezes consigo, geralmente converso com a pessoa pela qual estou sentindo isso sem fazer alarde, sem gritos ou discussões.


Cuidado com o ciúme, na minha opinião, um pouquinho é bom, mas como tudo na vida, em excesso pode destruir o seu relacionamento e mais, a sua saúde, a sua vida e a da(s) pessoa(s) envolvida(s).


Vou encerrar com um pensamento que tive há uns anos, no entanto, não condiz muito com a minha realidade, como bom escorpiano que sou, apesar de não acreditar em horóscopo, o ciúme existe na minha vida e parece que não vai sair nem por um decreto.


Fiquem com Deus até o próximo texto!


Ah, não esqueçam de comentar, seguir o perfil no Instagram e curtir a página no Facebook (quem puder deixar uma avaliação lá também eu agradeço).


Ciúmes... Está aí um sentimento que eu gostaria de saber como é. Confesso que nunca senti.


Dizem que é bom, dizem que é ruim, mas o que o mais se diz é que é necessário. Demonstra carinho, vontade de ser exclusivo, de dar exclusividade, transmite insegurança (como isso pode ser um ponto positivo?) e medo de perder. Nos faz mais humanos e mostra que por mais que a situação esteja sob controle, ela pode fugir de nossas mãos, ficar fora do nosso alcance.


Ciúmes... Nunca senti, sempre dei liberdade e confiança às pessoas, talvez por isso meus relacionamentos amorosos não tenham durado mais. Talvez por isso eu não tenha sabido lidar com algumas situações. Talvez por isso eu tenha sido enganado, eu tenha me enganado.


Ciúmes... Para mim um sentimento desconhecido. Para alguns psicopatas o motivo. Para poetas e músicos inspiração.


Caio Dutra Fonseca Lontra

quinta-feira, 4 de abril de 2019

09 de junho de 2016: Nasce Maria Vitória, presente de Deus


Filha,

Hoje é quinta-feira e apesar de ser contra o movimento “tbtista” vou relatar o maior e melhor acontecimento de uma quinta-feira na minha vida, o seu nascimento.

Era uma noite clara e a temperatura estava agradável. Eu estava no ônibus voltando de mais um dia exaustivo de trabalho quando a mamãe me ligou informando que não estava se sentindo bem.

Sugeri que ela fosse para a maternidade (muito obrigado ao pessoal da Maternidade Alzira Reis pelo excelente atendimento) e eu a encontraria lá, já que o ponto final do ônibus em que estava era exatamente em frente a maternidade.

Cheguei antes dela lá e numa tentativa frustrada de manter a calma, fumei uns 10 cigarros (não me orgulho disso, fumar faz mal à saúde).

Quando ela chegou levei um susto, ela estava com muita dor e ainda na recepção a bolsa rompeu.

Dali em diante até que foi rápido, a mamãe gritou muito de dor, mas "segurou a onda", dizem que não há dor maior no mundo que a do parto normal, mas em prol do seu bem estar maior, a mamãe não quis que você viesse ao mundo de outra maneira, o que custou o bem estar dela própria.

Filha, você já havia avisado que estava chegando há uns dias, pois sua mãe sentiu fortes contrações e corremos com ela para a maternidade, porém, como o céu estava coberto com nuvens e a noite estava... feia, eu sabia que ainda não era hora de você nascer.

No entanto, naquele dia 09 de junho, o céu estava completamente estrelado e eu pensei “é hoje!”.

A mamãe estava muito cansada e antes mesmo de você nascer o papai já estava com os olhos cheios de lágrimas. Vi sua cabecinha saindo, tão pequena, tão linda e foi então que você veio ao mundo.

O papai e a mamãe ficaram muito emocionados ao te ver pela primeira vez, tão pequena, tão linda, tão perfeita.

A enfermeira que estava atendendo a mamãe pediu que o papai te levasse para o quarto, mas confesso, fiquei com medo de te deixar cair, estava tremendo demais, então, a mamãe te pegou e te levou na maior tranquilidade, nem parecia que acabara de dar à luz.

Pedi que a enfermeira chamasse a vovó Beth, mas que não falasse nada sobre você já ter nascido, queria fazer uma surpresa e mesmo não sendo horário de visitas, a enfermeira concordou.

Tadinha da vovó Beth, quando chegou e te viu deitada ao lado da mamãe tomou susto tão grande que eu pensei que eu sairia dali direto para a delegacia por tentativa de homicídio.

Em Porciúncula, o vovô Rey fez questão de anunciar na rádio que você chegara e a vovólinha não sabia como controlar a felicidade e o orgulho da primeira netinha.

Suas primeiras visitas foram dos tios Tim e Marcelitcha, Ciro e Maria, e da dindinha Nanda, todos te acharam linda e se emocionaram muito ao te conhecer.

Em casa, o tio Rodrigo e a tia Aline esperavam ansiosos pela sua chegada, e a sua priminha Laura estava indócil aguardando pela priminha "Maía Tóia" que ela tanto acariciou e beijou mesmo quando você ainda estava na barriga da mamãe. A Laurinha, filha, foi sua primeira priminha a te pegar no colo, mesmo com apenas 2 aninhos.

Também vieram te conhecer a dindinha Candice e o dindo Arílson com o “menino dinossauro” Benjamin de Brasília, a titiavó Mariney que na época morava em Porciúncula, o vovô Rey e a vovólinha que também moravam em Porciúncula e o tio João Paulo, esse veio de mais longe, ele mora na Austrália. Pois é, filha, você fez as pessoas cruzarem o céu, romperem barreiras e colocarem os pés na estrada, tudo para ter a satisfação de te ver pela primeira vez.

Filha, o papai sabe que você ainda não sabe ler, mas espera que um dia você leia esse texto e entenda que TUDO que a mamãe e ele fazem é pensando no seu bem, no que é melhor para você.

Seremos sempre os seus melhores amigos e estaremos sempre ao seu lado, mesmo que a distância atrapalhe ou que os acasos da vida nos leve à desencontros, você sempre será a “Mary, bebê gigante” da mamãe e a “Mavi, pequena princesa guerreira” do papai, não importa quanto tempo passe, quantos anos você tenha ou quanto meça de altura.

Sei que às vezes vai parecer que somos chatos (e se for preciso seremos mesmo), às vezes teremos que te dar umas palmadas e chamar sua atenção, assim como deixar de castigo, mas, filha, nada disso é porque a gente gosta, faremos isso para que você cresça uma mulher de boa índole, uma pessoa de bem, ou seja, sempre pensando no melhor para você.

Não importa aonde o papai e a mamãe estejam, nós sempre estaremos olhando, orando, zelando, protegendo e amando você, porque você é o raio de luz e esperança que Deus nos enviou aqui na Terra.

Nós, assim como toda a família de ambos os lados e amigos, nos orgulhamos muito de você, te amamos demais e sempre vamos nos emocionar ao ver as fotos de quando você ainda era um neném, ou ouvir seus batimentos cardíacos e ao assistir os vídeos que você aparece toda charmosa e com mais desenvoltura que qualquer ator ou apresentador.

Filha, fique com Deus e lembre-se que Ele pode tudo, Ele é fonte de vida, de força e de luz. Se algum dia você não souber como agir, ou estiver com algum problema, fale com Deus e Ele lhe mostrará o caminho. Mas não se esqueça, papai do céu não é uma revista da Jequiti, não recorra à Ele apenas para pedir, agradeça sempre, por tudo de bom que Ele te proporciona e principalmente por interceder por nós.

Caio Dutra Fonseca Lontra (papai orgulhoso)

quinta-feira, 28 de março de 2019

Não desista dos seus sonhos. Não desperdice o seu dom.


Prezados amigos leitores,

Boa noite!

O dia hoje aqui em Porciúncula ficou lindo! Apesar do calor, o clima estava até agradável.

No texto de hoje, como já puderam perceber pelo título, irei abordar um tema que diversas vezes é considerado bobo e de pouca relevância, mas que se não dermos a importância a qual ele merece, podemos ter problemas seríssimos, inclusive de saúde.

Muitas vezes desanimamos, fracos e cansados, a vontade de desistir e jogar tudo para o alto toma conta e é aí que nós fazemos tudo errado. A gente se entrega e deixa qualquer coisa nos abater.

É fácil agirmos de outra forma, de lutarmos e seguirmos em frente, confiantes e com alguma perspectiva? Não muito, mas é gratificante DEMAIS quando superamos obstáculos (às vezes até inexistentes ou criados por nós mesmos). É muito bom quando as coisas acontecem como planejamos e queremos, mas quando temos que lutar de diversas maneiras para torná-las possíveis é ainda melhor.

Falar não é fácil e muito menos o correto a ser feito, pois causa ilusão, ansiedade e até depressão.

Agir também não é fácil, mas por enquanto é a única forma de tornarmos possível o que ninguém conseguiu ainda, de realizarmos nossos sonhos (por mais descabidos que sejam) e obter as melhores conquistas.

Nós somos energia, tudo ao nosso redor é energia e tudo aquilo que nós pensamos, mesmo quando não queremos que aconteçam, é atraído por nós, pelo nosso inconsciente. Então sejamos positivos e tudo vai melhorar, tudo vai dar certo. Já deu certo!

Não desistamos dos nossos sonhos, tenhamos fé! Fé em nós mesmos, fé na humanidade, fé em Deus. As coisas não ocorrem quando queremos, mas ocorrem. Há um tempo difícil de entendermos que é o tempo de Deus, até aqueles que não têm religião ou não acreditam na existência do Pai vão concordar, pois a frase que mais ouvimos se pararmos para analisar é “se Deus quiser”. Lembrem-se, amigos, a vontade de Deus jamais irá nos levar aonde a Sua graça não nos protegerá.

Às vezes nos pegamos sonhando com coisas que estão mais próximas de alcançarmos do que podemos imaginar. Só não realizamos esses sonhos por pura insegurança, comodidade e medo. Quantos escritores desperdiçaram o dom da escrita por não persistirem e abandonaram o sonho de publicar um livro na primeira dificuldade? Quantos cantores emudeceram, antes mesmo de subirem ao palco uma única vez, por medo de errar a letra da música? Quantos médicos deixaram de salvar vidas porque não acharam que teriam condições de cursar medicina?

Enfim, quantas vezes desistimos dos nossos sonhos e desperdiçamos nosso dom por não sabermos esperar o tempo certo de sermos reconhecidos? O tempo de Deus? Quando a felicidade, o sucesso e o reconhecimento batem à nossa porta devemos estar atentos para deixá-los entrar, pois a próxima batida pode demorar muito tempo.

Caio Dutra Fonseca Lontra

sexta-feira, 22 de março de 2019

“Cha-la head-cha-la! Não importa o que aconteça tudo vai ficar melhor.“


Prezados amigos leitores,

Bom dia!

O dia hoje vai ser corrido demais, sendo assim, virei a noite escrevendo com o intuito de não ficar em falta com nosso compromisso. O jogo do Botafogo ajudou a me manter acordado, confesso, mas acabou cedo e perante tantas ideias para escrever, nem a vitória de 4x1 do Glorioso conseguiu me levar à saideira, garantindo o texto de hoje.

Vou deixar um pouco a vida pessoal de lado e falar mais sobre o assunto ao qual me dispus a opinar. Não! Eu não estou me fechando e não estou fugindo de falar sobre mim ou algo do gênero, mas como puderam notar; NOSSO BLOG sofreu alterações no layout e agora há um caminho direto para que possamos nos conectar, irado, né?

Pois bem, não é de hoje que somos informados sobre as más influencias causadas por filmes, seriados, quadrinhos, jogos e etc. Quantas e quantas vezes ouvimos falar, lemos ou assistimos no noticiário sobre as atrocidades supostamente causadas por induções desses “vilões“, não é mesmo?

No entanto, as mesmas pessoas que insistem em afirmar que crimes como a terrível fatalidade ocorrida em Suzano foram causados devido à essas influências negativas, não pensam da mesma forma quando indagamos as catástrofes de Mariana e Brumadinho, por exemplo.

Se os governantes dessas cidades tivessem assistido aos filmes Terremoto, Mar em Fúria ou Twister, esses “acidentes“ poderiam ter sido evitados? Acredito que não, caso contrário, seria possível conseguir um bom emprego baseado nos “vastos aprendizados“ obtidos no The Sims? Particularmente não conheço ninguém que tenha aprendido a dirigir com Dominic Toretto, que tenha virado mafioso por admirar Don Corleone ou encanador por jogar Super Mario World.

Alguns filmes, seriados e jogos realmente devem ter suas classificações etárias respeitadas, mas isso não significa que quando reproduzidos fora do tempo indicado transformem crianças em “orks“ ou adolescentes em caçadores de zumbis.

Na maioria das vezes é mais fácil encontrar um bode expiatório do que assumir a responsabilidade pelos nossos atos e/ou falhas. Por que eu digo isso? Simples, cresci jogando War e não me tornei terrorista. Jogando International Superstar Soccer Deluxe e atualmente quase não jogo futebol (acredito que uma vez ao ano e olhe lá!). Assisti aos filmes Brinquedo Assassino 3, Jumanji e Jurassic Park ainda criança e não saí por aí matando ninguém (embora tivesse medo do boneco que eu tinha do Fofão), não fui puxado para dentro de nenhum jogo de tabuleiro e juro que nunca sequer vi um dinossauro na minha vida; apesar de ter mencionado com minha namorada fim de semana passado o quanto seria incrível se eles ainda existissem.

Uma criação com respeito, fé e amor jamais será superada por meios de distração, interação e obtenção de conhecimento; sejam elas consideradas violentas ou não.

A verdade tem que ser dita doa a quem doer, quantos pais são mais violentos que qualquer Free Fire da vida? Quantas mães superam a rainha má da Branca de Neve? Quantos tios são zilhões de vezes mais perversos que o Scar?

Mas não, os filmes são maus exemplos. Os seriados têm cenas muito pesadas. Os jogos são muito violentos. CHEGA! Quanta hipocrisia, meu Deus! Se uma criança não tem idade suficiente pra diferenciar o que é certo do que é errado, o que ela está fazendo jogando Pokémon Go no celular, quem entregou esse celular à ela? Pais que pensam que os filhos não estão prontos para se distrair com um jogo no celular devem parar pra pensar se realmente os filhos têm idade para usar celular. Se eles não têm maturidade pra assistir Tropa de Elite e entender quem é o mocinho e quem é o bandido do filme, por que cargas d'água foram apresentados ao Capitão Nascimento?

Gente, sejamos honestos se o mundo está do jeito que está a culpa não é dos filmes, dos seriados, dos jogos, dos quadrinhos, do efeito estufa, da natureza e muito menos da chata da Bettina, mas da falta de amor, de respeito, de educação, de empatia e de fé, principalmente fé em Deus e fé em nós mesmos.

Game over,

Caio Dutra Fonseca Lontra (Cadu)

terça-feira, 19 de março de 2019

A arte de ser Nayara Sgalbieri


Uma mulher que não é atriz, mas é protagonista dos meus sonhos.

Uma mulher que não é música, mas que me encantou com a suavidade de sua voz.

Uma mulher que não é dançarina, mas que samba com tanta beleza.

Uma mulher que não é pintora, mas tem como sorriso uma obra de arte.

Uma mulher que não é escultora, mas que tem o coração lapidado e moldado como a mais bela escultura.

Uma mulher que não é escritora, mas que me faz viver a mais linda história de amor.

Uma mulher que não é artista, mas que me ensinou a arte de ser conquistado.

Caio Dutra Fonseca Lontra (Cadu)