sábado, 27 de abril de 2019

O egoísmo nos relacionamentos: realidade ou insegurança?


Hoje em dia, muitos relacionamentos duram pouco ou são “empurrados com a barriga”. Qual seria o maior causador desse desgaste nas relações interpessoais?

Há quem diga que é o ciúme, a insegurança e a infidelidade. No entanto, ao meu ver é o egoísmo, o excesso de cobrança e a falta de credibilidade naquele com quem nos envolvemos.

Não digo isso embasado apenas em relacionamentos amorosos, não. Há muito disso em relações entre amigos, parentes e até familiares.

Às vezes damos muito de nós, demonstramos o tempo todo o quanto aquela pessoa é significativa e o retorno não é o esperado. Culpa daquela pessoa? Acredito que não. Nós mesmos nos iludimos com uma expectativa de que iremos receber o mesmo que proporcionamos àqueles que nos envolvemos, mas esquecemos que cada ser humano pensa, age, reage, sente e demonstra de um jeito.

Diversas vezes fiquei decepcionado com vocês, leitores amigos que não compartilhavam, não comentavam e não participavam do blog, independente do assunto que eu abordasse. Culpa minha que queria do dia pra noite me tornar um blogueiro/escritor reconhecido, não famoso, mas que tivesse nos meus textos a admiração que tenho por vocês a cada novo comentário, crítica e sugestão.

A falta de credibilidade já seria o oposto do mencionado acima, essa razão, sim, é de responsabilidade quase total daqueles com quem nos relacionamos. Por que quase total? Pensemos juntos, quantas vezes decepcionamos e deixamos a desejar com aqueles que amamos e admiramos? Isso faz com que a confiança, a admiração e até o encanto da paixão diminuam. Contudo, as pessoas podem e devem nos dizer o que estamos fazendo de errado para que possamos mudar, melhorar e não persistir nos erros. Mas muitas vezes não fazem isso, seja porque não damos à elas essa liberdade, seja porque elas pensem que não têm essa liberdade.

Ciúme, insegurança e infidelidade eu acredito que caminhem juntos, visto que, uma pessoa insegura tem tendência a sentir-se ameaçada e enciumada por coisas banais e isso a leva a errar o tempo todo, até mesmo sendo infiel. Entendam, não estou me referindo apenas em relacionamentos românticos, mas de forma geral. Todos temos ou somos aquele amigo que morre de ciúme e vive fazendo besteira atrás de besteira pra chamar atenção e mostrar o quanto se importa e é importante. Isso acontece até mesmo dentro das nossas casas. A infidelidade não está apenas no ato da traição amorosa, mas quando contamos um segredo de alguém, quando acusamos uma pessoa e por aí vai.

Dizem que a ocasião faz o ladrão, mas para mim isso é justificativa falsa, “desculpinha esfarrapada” para quem é fraco e não tem humildade de reconhecer seus erros. A ocasião não faz o ladrão, mas com certeza o respeito e a confiança lapidam o caráter.

Sim, há um egoísmo muito grande em todo relacionamento, pois não temos como saber com certeza se aquela pessoa sente por nós o mesmo que sentimos por ela. Isso sem mencionar que às vezes nós é que não sentimos o mesmo pelo outro. É um egoísmo involuntário, por assim dizer, mas ainda assim é egoísmo.

Eu sou intenso em meus sentimentos, já fui menos carinhoso e perdi muitas oportunidades por isso. Hoje busco acertar com aqueles que me importo, demonstro de diversas formas: publicando homenagens nas redes sociais, com textos ou menções aqui no blog, falando, dando carinho e etc.

Tive problemas com minha namorada por cobrar dela um reconhecimento, uma demonstração de afeto que não é do perfil dela, mas aprendi que temos que respeitar e aceitar o jeito das pessoas de demonstrarem o que sentem. Ela é carinhosa e muito, mas do jeito dela e eu não mudaria um fio de cabelo nela ou no jeitinho dela, muito menos a trocaria ou trairia, até porque acredito que o caráter de um homem seja seu bem mais precioso. Eu sou o tipo de cara que sairia gritando pelo mundo afora o quanto eu a amo e sou grato por tê-la ao meu lado, mas dizem que a felicidade alheia incomoda e causa inveja, então, fico apenas nas declarações via rede social e pessoalmente. Temos respeito, confiança, admiração, orgulho e amor mútuos, porém, demonstrados de formas diferentes. Minha namorada e eu usamos aliança de compromisso, mas não é essa simples argola de prata que nos une, nosso elo vem de dentro, vem do sentimento e de certa forma essa já é uma demonstração de respeito, confiança, amor, fidelidade e companheirismo.

Assim como eu aprendi, estou aqui tentando ajudá-los de alguma forma a se tornarem pessoas melhores, confiantes em si mesmas e no próximo, mas sem cobrar nada de ninguém. Eu sinceramente não sou expert em relacionamentos, não tenho faculdade de psicologia ou algo do tipo, mas as coisas têm melhorado bastante pra mim e não poderia deixar de partilhar esse aprendizado com vocês.

Amem, admirem, apaixonem-se e envolvam-se, mas sem cobrar do outro aquilo que vocês esperam. Não criem tantas expectativas e surpreendam-se com gestos simples de afeto. Acreditem, tudo fica muito melhor e mais bonito dessa forma.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Corra, lute e vença!


A noite passou, o sol já vai raiar e eu sequer peguei no sono, nem para um “cochilinho”.

Daqui a pouco eu me levanto para correr. Mas correr para aonde? Correr de que? Correr por quê?

Como ter disposição para correr se não sei aonde vou chegar, se é que algum dia irei chegar à algum lugar? Como ter coragem para correr se não sei o que há adiante? Qual a velocidade ideal que devo correr para que o passado não me alcance?

Quer saber de uma coisa? Que se danem todas essas perguntas, vou levantar e correr assim como os meus pensamentos, leve como os pássaros e com a determinação de um leão na hora da caça.

Vou correr para o carinho da minha família, os beijos da minha amada e os abraços da minha filha. Vou correr para prosperar, para ser feliz, para superar as expectativas.

Calçado com esperança, vestido com garra e abençoado por Deus, irei correr por onde quer que tenha que ir, não tenho medo dos caminhos pelos quais terei que passar e muito menos dos obstáculos que tentarão me derrubar. Mais importante que cair é ter humildade para saber levantar, seguir em frente e perseverar.

Vou correr sem deixar ninguém para trás, nem os ensinamentos que me ajudaram a crescer e chegar até aqui.

Vou correr e vencer todas as dificuldades com o suporte daqueles que torcem por mim, que acreditam no meu potencial e que enxergam mais do que um simples rapaz "trotando"pela estrada da vida.

Daqui a pouco o sol vai raiar, eu vou correr, lutar e vencer e quando ele se puser eu continuarei correndo, lutando e vencendo.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Coração tem pernas?


Certo dia o Joãozinho perguntou para a mãe:

-Mamãe, coração tem pernas?

E a mãe respondeu:

-Claro que não, meu filho! De onde você tirou isso?

E Joãozinho falou:

-É porque outro dia eu ouvi o namorado da minha irmã dizendo: "-Abra as pernas, coração!"

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Cinquentenário é cultura, Porciúncula eternamente Sua


Chamaram-me para retratar
a minha cidade querida.
Quem sou eu nesta idade?
Sou um filho na verdade
com tanta responsabilidade
não sei se vou conseguir.

Na medida do possível,
sendo um bom filho
e com respeito
eu admiro os mais velhos,
mas de opinar tenho direito.

Se fosse voltar aos meus
velhos tempos
só elogios iria ter.
Relembrando a "Maria-Fumaça"
qual sinal de um recreio,
ela sempre apitava.

Não sei se tenho palavras.
Isto às vezes acontece,
mas morar nesta cidade
isto sempre me envaidece.

Se Ícaro a tivesse descoberto
orgulhar-se-ia com certeza,
Pois seu sonho de voar
tornar-se-ia realeza.

Desculpe, minha Porciúncula
se deixei a desejar.
Se errei pode ter certeza
que outro não errará.
O que vale é nunca esquecer
de sua beleza relembrar.

Por Dorival Corrêa Dutra

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Um ogro nos jardins do Éden


Essa história aconteceu há alguns anos, numa cidadezinha bem distante de um reino desconhecido.

O protagonista? Jerif, um rapaz tranquilo e sempre de bem com a vida, mas que guardava mágoas e desapontamentos demais em seu coração.

Após uma semana produtiva de trabalho, Jerif resolveu beber um pouco antes de visitar sua namorada que morava em outra cidade. Não havia comido nada naquele dia, o calor estava insuportável e acabou “exagerando na dose”.

Subiu na última carruagem com destino à cidade de sua amada, estava “alto”, sim, mas a animação, a euforia, a saudade e a felicidade de vê-la falaram mais alto.

Chegando ao seu destino foi caminhando até a casa onde ela mora, esperando que a caminhada fosse ajudá-lo a melhorar um pouco do pileque.

Jerif mal havia passado pelos portões e começaram os problemas, uma “amiga” de sua namorada estava lá, cínica e falsa como sempre.

- Quem gosta de gente assim? -

Jerif foi tomado por uma inquietação, uma raiva, um desespero, e não sabia o que fazer.

Ele não sabia bem o que aconteceu, a bebida se incumbiu de apagar de sua memória todo o vexame que passou.

Contaram que foi cercado por “caçadores” e que foi covardemente agredido, teve três costelas trincadas, o supercílio cortado e as pernas roxas de tanto ser apanhar, e essas recordações ele carregou consigo durante um tempo, algumas ainda carrega.

Foi resgatado pelos seus pais, que foram chamados por sua namorada e que moravam na mesma cidade que Jerif. Eles levaram Jerif até a casa onde moravam e mais uma confusão se formou.

Nosso protagonista havia tomado algumas “poções” que sua namorada usava para dormir, apenas uma era suficiente, Jerif bebeu umas sete, e como o álcool ainda estava no seu organismo, brigou, ofendeu e maltratou seus pais e até a si mesmo. Chegou ao ponto de quebrar seu celular ao jogá-lo no chão.

Jerif estava incomunicável, seu celular estava dividido em três partes e a maçã que representava sua marca havia perdido mais que apenas uma mordida.

Aquela maçã lembrava a maçã que envenenou a Branca de Neve. Não! Lembrava do fruto proibido que levou Adão a ser expulso do paraíso por indução de Eva.

- Espera aí, quem é Adão e quem é Eva nisso tudo? -

O rapaz começou a tentar entender o que havia acontecido, buscava rostos para Adão, Eva e para a serpente, é claro, mas essa até que foi fácil identificar. No início achou que ambos, tanto Adão, quanto Eva haviam sido protagonizados pela mesma pessoa, ele, mas convenhamos, Adão foi muito mais vítima, muito mais inocente que Jerif.

Foi então que percebeu que de Adão ele só tinha a culpa por ter mordido a maçã (a bebida e a “poção”), havia muito mais de Eva nele. A serpente (amiga de sua namorada) o havia envenenado, colocando-o ainda mais atordoado e com isso Jerif destruiu o paraíso em que sua namorada e ele viviam.

E dessa forma conseguiu identificar quem era quem nos Jardins do Éden: Eva era ele. Fraco inseguro e impulsivo, errou ao se deixar influenciar pela presença e pelas palavras da serpente. Adão era sua namorada, incompreendida e prejudicada pela fraqueza de Eva.

Após se acalmar e pensar em tudo que havia acontecido, Jerif compreendeu que a culpa também não foi só da amiga de sua namorada, ele já chegou na sua cidade com o nível alcoólico excedido, a presença irritante e inconveniente dela só serviu para acender o pavio do adolescente inseguro e agressivo que ainda habitava nele.

Essa insegurança e essa agressividade fizeram-no descontar tudo de ruim que guardava dentro de si em pessoas com as quais ele não só se preocupava, mas amava (sua namorada e sua família e seus pais).

O efeito da bebida passou, das “poções” também e Jerif não consegue se lembrar de nada, nada mesmo, foram dois dias perdidos de sua vida, dois dias que ele preferia que tivessem sido apagados da vida de todos os envolvidos, mas infelizmente não poderá voltar atrás e mudar o que aconteceu, então, que ele recomece a escrever sua história, sem serpentes, maçãs e “poções”.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Merda mole!


Certo dia, Joãozinho perguntou à mãe:

-Mamãe, o papai faz cocô nas calças?

E a mãe respondeu:

-É claro que não, meu filho! Tá maluco?

Joãozinho completou:

-Então por que eu ouvi a senhora dizendo pra ele no quarto "lá vem você com essa merda mole!"?

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Cadu pergunta: Malu Horácio, autora do livro "Os Guardiões e a Era das Trevas"


Malu Horácio:

Cadu: O que te motivou a ser escritora?

Malu: Desde criança, sempre tive a imaginação muito fértil e sonhava em algum dia inventar algo diferente e que tocasse e prendesse as pessoas, como muitas histórias antes fizeram por mim. Conforme eu fui crescendo, naturalmente, isso aumentou, principalmente depois de ter a ideia para escrever a trilogia de Os Guardiões.

Cadu: Quais são suas influencias literárias?

Malu: Como eu disse, algumas histórias me tocaram muito enquanto eu crescia e me fizeram amar o gênero da ficção fantástica e toda a liberdade artística que ele trazia. Dentre os autores que me inspiraram, estão: J.K. Rowling, J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis, Rick Riordan e tantos outros, que trouxeram personagens que antes viviam uma vida ordinária, a possibilidade do extraordinário e isso sempre me fascinou.

Cadu: Quando você descobriu que detinha o dom da escrita?

Malu: Meio que no início eu achava que não tinha talento algum para escrita. Eu só tinha a imaginação. Mas, com o tempo, eu fui superando meus obstáculos e me impulsionando a escrever melhor, e essa evolução pode ser vista ao longo de Os Guardiões e a Era das Trevas, afinal, foi com ele que aprendi a escrever.

Cadu: Em algum momento você pensou em desistir de ser escritora?

Malu: Sim, até mais de uma vez. Conforme eu disse anteriormente, acreditava que só tinha a imaginação e que eu não conseguiria passar tudo que eu imaginava para o papel, tanto, que cheguei a largar Os Guardiões uma vez. Veja bem, eu tive a ideia e sabia que era promissora, mas eu tinha 16 anos quando comecei a escrever, não sabia como se desenvolvia uma narrativa. A ideia estava ali, mas eu lia o que estava escrevendo e achava que nunca chegaria perto, em termos de escrita, dos livros que eu costumava ler. Então, larguei a ideia de lado por meses, mas a cada dia que passava, novas ideias começavam a surgir, até já do terceiro livro, que é o que estou trabalhando nesse exato momento. Por esta razão, eu voltei a ler o que havia escrito e percebi que podia melhorar e dentro de um ano, o primeiro livro ficou pronto. Na hora de achar uma editora, foi outro momento em que pensei em desistir, pois achava que seria muito difícil, sem ter nenhum nome, de conseguir publicar. Mas eu sempre acreditei na minha história e escrever virou mais que um hobby, virou uma paixão e por isso, todas as vezes em que eu pensava em desistir, me lembrava do quanto eu amo fazer isso.

Cadu: Há previsão de publicação de um novo livro?

Malu: Eu espero que sim. Os Guardiões e a Era das Trevas é o primeiro de uma trilogia e eu espero conseguir alcançar pessoas o suficiente para que eu realize meu sonho de publicar os outros dois. Já acabei o segundo livro (e ele está incrível, não vejo a hora de mostra-lo ao mundo) e trabalho no terceiro agora.

Os Guardiões e a Era das Trevas:

Cadu: Como surgiu a ideia do livro?

Malu: Foi uma história muito aleatória, na verdade. Eu estava deitada numa noite e não conseguia dormir e a imagem de dois jovens cavalgando em um campo me veio à cabeça. E eu comecei a me perguntar coisas como: “ Quem são eles?” “O que eles são?” e “ Do que estariam fugindo?”, e nisso, respondendo essas perguntas, descartando algumas coisas, acrescentando outras, aquilo foi tomando forma na minha cabeça de uma forma verdadeiramente mágica.

Cadu: O livro é voltado ao público jovem, em sua maioria adolescentes. Qual o maior desafio em escrever para esse público?

Malu: Acho que justamente prender a atenção. Eu comecei a escrever com 16 anos, mas sempre fui uma leitora e me lembro muito bem de que era muito importante o livro prender a minha atenção de modo que eu não quisesse parar, visto que os que não conseguiam fazer isso, eu simplesmente deixava de lado eventualmente (mesmo não sendo algo legal a se fazer). Por isso, eu sempre me preocupei, justamente, em manter sempre a narrativa excitante, de modo que atraia os jovens e eles sintam aquela mesma sensação que eu sinto até hoje quando pego um livro bom: a de não conseguir
parar!


Cadu: Os personagens foram baseados em alguém?

Malu: Mais ou menos. A maioria foi inventado e, no início, eu pensei em fazer isso, mas conforme eu ia imaginando e escrevendo, percebi que era mais difícil do que eu pensava. Pois, para basear em alguém, você precisa, ao meu ver, pensar e agir como aquela pessoa e ver o mundo da forma como ela vê, principalmente se forem entes queridos que queira prestigiar, sinto que eu não conseguiria refletir com perfeição como essa pessoa é. Mas, eu achei formas de fazer tal homenagem. Coloquei características físicas e personalistas em determinados personagens, por exemplo, uma personagem foi inspirada na minha irmã, outra, na minha mãe, mas não inteiramente nelas, visto que adaptei suas personalidades da forma que a história me exigia durante seu desenvolvimento.

Cadu: Você espera que o livro tenha que tipo de aceitação? Há alguma expectativa?

Malu: Minhas expectativas são as melhores possíveis. Eu dei o melhor de mim para esse mundo e esses personagens. São parte de mim, da minha história e da minha evolução, como pessoa e escritora. Muito carinho e dedicação foi aplicado em Os Guardiões e a cada página, a história evolui, assim como eu. Então, eu espero, profundamente, que eu possa tocar as pessoas e as fazer viajar e se apaixonar por este mundo, da forma que eu me apaixonei quando o criei.

Cadu: O que você diria aos leitores de Os Guardiões e a Era das Trevas?

Malu: Que eles, certamente, não se sentirão entediados. Busquei sempre trazer uma mistura equilibrada de mistério, aventura, fantasia, romance e ação, de modo que agrade a todos, por isso eu amo a ficção fantástica, por nos dar essa liberdade de criar sem fronteiras. E, que, claro, gostem da história, pois eu garanto que a jornada dos guardiões será épica e não irão se arrepender!

Malu, muito obrigado pelo carinho e cordialidade ao nos conceder seu tempo para que conheçamos melhor você e o seu trabalho. Com certeza Os Guardiões e a Era das Trevas vai ser um sucesso e a trilogia será lançada, eu vou ler os três, pode ter certeza.